Agronegócio

Mais de mil produtores recebem capacitação sobre cultivo intensivo da Palma

Seminários aconteceram em 12 municípios do sudoeste baiano, nos últimos três meses

Doze municípios da região sudoeste do estado recebido, durante os meses de setembro, outubro e novembro, o seminário “Cultivo Intensivo de Palma”, com o engenheiro agrônomo Paulo Suassuna. O objetivo foi apresentar aos produtores locais uma técnica nova para cultivo da planta, gerando fonte de renda para propriedades rurais.  

O evento do Sebrae, em parceria com as prefeituras municipais, aconteceu nas cidades de Presidente Jânio Quadros, Aracatu, Caculé, Caetité, Belo Campo, Guajeru, Urandi, Palmas de Monte Alto, Poções, Anagé, Maetinga e Barra do Choça. Mais de mil produtores rurais tiveram acesso aos seminários municípios e puderam conhecer, na prática, como técnicas.

Para Fernando Suzarte, analista do Sebrae, realizar essa série de seminários nos últimos meses foi a oportunidade de oferecer mais conhecimento aos produtores da região e, consequentemente, multiplicar a produtividade das propriedades.

“Esse é um seminário de suma importância para a região sudoeste, porque a gente vem na missão de capacitar o produtor rural, dotar ele de conhecimento pra que possa multiplicar a produtividade de palma. Que ele saia do plantio tradicional e use as técnicas do cultivo intensivo. O produtor pode assim utilizar menos espaço em sua propriedade, realizar a colheita em menos tempo do que no formato tradicional e ganhar dinheiro com palma, que é uma cultura perene de várias formas”, destacou.

José Vieira foi um dos produtores que participou do seminário. Agricultor em Anagé, para ele foi uma oportunidade de capacitação. “Há um tempo, eu comecei a ficar apaixonado na história da palma. E, para mim, esse seminário foi muito bom, porque eu terminei aprendendo mais sobre o cultivo”, afirmou o agricultor.

O cultivo intensivo da palma é uma técnica desenvolvida pelo engenheiro agrônomo Paulo Suassuna, que ministrou todos os seminários. Ele explica que esse sistema confere à palma produtividade superior de 10 a 2 vezes maior, se comparado com o sistema tradicional de cultivo, e a tecnologia pode transformar a vida de produtores da região sudoeste.

“A finalidade, junto ao Sebrae, é difundir esse modelo tecnológico de produção de palma e que cabe como uma luva para essa região sudoeste. Para esse tipo de clima e solo, ela vai muitíssimo bem. E eu pude perceber que a maioria dos produtores tem pequenos módulos rurais, então isso vai endossar mais ainda a aplicabilidade da tecnologia do cultivo intensivo. Porque um produtor rural desse usando, em uma pequena parte de sua propriedade, a palma cultivada nesse sistema de produção, vai obter tanta produtividade que poderá aumentar o número de cabeças do seu rebanho. Assim, ele vai sair da condição de micro para médio produtor. E isso é uma melhoria de vida muito grande na vida do produtor”, acentuou Suassuna.

 

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